Squirt e ejaculação feminina: o que você precisa saber

O squirt ultrapassa as sensações de orgasmo. Porém, no Brasil ainda existe um tabu sobre o assunto

Mulheres chegam a ter muito mais prazer na cama com o squirt

O prazer feminino vai além dos limites conhecidos pelas mulheres. Você já ouviu falar do squirt?

Para os homens, normalmente o orgasmo (ápice do prazer durante uma relação sexual) vem junto com a ejaculação. Já grande parte das mulheres afirmam ter somente o orgasmo e sensações por todo o corpo, mas, será só isso mesmo? Será que elas se conhecem por completo?

Você deve estar pensando “Mas por quê essa pergunta? Será que existe outro jeito de sentir prazer?” A resposta é sim. Algumas mulheres possuem reações diferentes de prazer: a ejaculação feminina, mais conhecida como squirt.

O que você precisa saber

Você já deve ter visto ou pelo menos ouvido falar sobre aquele “jatinho” de água que às vezes sai das mulheres durante o momento de prazer, esse é o famoso (e polêmico) squirt. Muitas confundem ele com o xixi na hora H, pois ele possui uma consistência bem líquida e em sua maioria não possui cor.

Dúvidas? A fundadora do blog Pornoklastia, Sue Nhamandu, contou no Sexlog Tv sobre os seus workshops que ensinam as mulheres chegarem à essa sensação diferenciada de prazer. “Na aula do terceiro movimento, que é sobre a morfologia do corpo feminino, eu convido as meninas para uma masturbação coletiva, onde cada uma tem que achar onde fica a sua próstata e a forma mais agradável de estimulá-la”, conta Sue.

O tabu

No Brasil, existe ainda um tabu sobre o squirt. Os filmes pornô mostram isso como se não fosse algo comum do corpo feminino, uma exceção. E, não necessariamente é isso. Que mundo é esse que apenas o homem pode sentir prazer ejaculando, né? Nós somos livres para nos deixarem levar até onde a barreira do prazer permitir. É nos permitindo que começamos o processo de autoconhecimento do corpo, e assim, conseguimos chegar à melhor forma de sentirmos prazer.

Esse assunto de autoconhecimento do corpo é tão normal que deveria ser aprendido ainda na infância, comenta Sue. Em países como a Ruanda, o orgasmo é considerado sagrado, e as mulheres que não conseguem ejacular, não são aptas para o casamento.

O squirt é tão normal quanto o próprio gozo feminino, já que ambos levam ao orgasmo. Os dois necessitam de um autoconhecimento íntimo para aproveitar melhor o momento e desfrutar de máximas sensações, mas nem sempre é fácil de alcançar. É por isso que Sue reforça em sua entrevista alguns pontos que precisamos por em prática.

E você, já está pronta para testar esse autoconhecimento e chegar à barreiras jamais exploradas? Assista à entrevista completa:  

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