Quero te ensinar a ser uma "bad bitch" e enriquecer

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@andreinaufel_fotografia

Minha história vai te mostrar que mulheres boazinhas não são donas de suas vidas

Quem me vê atualmente não imagina que eu sequer gostava de me exibir na webcam. Percorri um longo caminho até que meus shows virtuais passassem a ser uma poderosa fonte de renda. Eu decidi compartilhar com vocês um pouco da minha trajetória até o nascimento do meu mais novo projeto, o treinamento Bad Bitch.

Muito mais do que aspectos práticos do mercado, meu objetivo é ensinar que mulheres boazinhas não enriquecem. Eu quero que minhas alunas nunca mais deixem escapar oportunidades por causa do machismo e dos julgamentos.

Antes de qualquer coisa, é importante dizer que eu nem sempre fui bem-sucedida. Passei por muitos momentos pesados, que superei através da terapia. Se eu não tivesse enfrentado essa batalha interna, talvez nem estivesse viva. Nesse processo aprendi que ser vencedora é questão de coragem e escolha.

Eu sempre tive uma veia empreendedora, pegava pequenas oportunidades como freela e transformava em outros trabalhos, que me renderam uma boa grana desde adolescente. Apesar disso, trabalhar com sensualidade era algo que nem passava pela minha cabeça. Eu não gostava da ideia de ligar a webcam e ficar me exibindo. A necessidade surgiu quando eu precisei morar sozinha e tive que me virar…

Já maior de idade, um dia um fã me ofereceu R$ 500 para me ver nua. Eu resolvi aceitar, esperei o dinheiro cair na minha conta e de fato caiu. Como eu poderia fazer esse negócio render? Eu comecei a pensar em maneiras de fidelizar esse cliente. Desde então, nunca parei de estudar e aprimorar meu trabalho. Atualmente sou performer, DJ, criadora de um grupo de dança, o Twerk Brazil, e agora professora do treinamento Bad Bitch.

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Esse percurso não foi fácil nem tranquilo. Desde criança, somos ensinadas que seremos felizes para sempre quando encontrarmos o príncipe encantado e nos casarmos com ele. No entanto, o cotidiano do meu trabalho me mostrou que muitos homens traem as esposas. Eu, que sempre quis formar uma família tradicional, tive que me reinventar. A partir do momento em que eu entendi que não preciso de um marido para ter felicidade, eu comecei a ter muito mais sucesso.

Não podemos esquecer que o machismo faz com que as mulheres não estejam em pé de igualdade para competir no mercado de trabalho. Somos boicotadas, ignoradas e subestimadas. Por isso, antes de tudo, é necessário passar por um processo de fortalecimento emocional, buscando independência e amor próprio. As mulheres que não têm autoestima acabam sendo vítimas de problemas emocionais ou são tiradas do protagonismo de suas vidas, se contentando com um casamento infeliz por causa de dinheiro. Não somos incentivadas e estimuladas a criar, a fazer. Muitas vezes, nem pela nossa própria família.

Só estamos nessa situação de desigualdade porque os homens conseguiram nos fazer acreditar que somos inferiores. Eu busco igualdade, mas acredito que as mulheres podem dominar tudo quando entenderem seu poder.

Uma das coisas que eu reforço nas aulas é a importância da independência financeira. Todas merecemos uma boa terapia, um ótimo SPA e muitas outras coisas que nos proporcionam felicidade — e que são alcançadas com dinheiro. O dinheiro é bom, mas nem sempre nós somos boas com ele. Muitas vezes nos sabotamos, falhamos e usamos o dinheiro contra nós mesmas. O dinheiro está disponível para ser seu, entenda isso!

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Além disso, precisamos parar de passar o dia ocupadas com tarefas que não correspondem aos nossos sonhos. Conheço mulheres que aos 50 anos estão finalmente vivendo como querem. É por isso que uma das propostas do Bad Bitch é que as mulheres realizem uma reforma íntima. Tempo é algo que nunca mais recuperamos, então quanto mais rápido esse processo de reforma íntima foi ativado, melhor.

Eu também ofereço um histórico sobre o verdadeiro papel da mulher na sociedade e dicas para atrair mais oportunidades e efetuar mais vendas. O treinamento conta com uma professora parceira, a estrategista digital Ana Marques, que dá uma aula bônus sobre posicionamento para atrair clientes pelo Instagram.

E não pense que eu ensino somente mulheres que trabalham com o mercado erótico! Recebo depoimentos diversos, desde donas de pet shop até cabeleireiras.

E aí, vamos juntas nessa jornada? Meu treinamento pode ser conhecido gratuitamente através de três aulas abertas ao público.
Todas as informações estão neste link: https://rati.com.br/badbitch-aula1


Sobre mim:

Sou Beatriz Povreslo, mais conhecida pelo nome artístico DJ Brisa. Sou performer, DJ e empreendedora.
Instagram: @djbrisaoficial

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