Por onde você anda procurando o amor próprio?

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A gente se cobra e se critica demais, muito além do necessário. A gente se compara com os outros e se julga demais também.
Como se o julgamento imposto pela sociedade do que é “bom ou ruim”, do que é considerado “certo ou errado”, “melhor ou pior” fosse parâmetro para alguma coisa.

Esses julgamentos são, geralmente, muito vazios e precisamos entender que não existem essas extremidades, estamos numa constante evolução e desenvolvimento, crescimento, onde tudo é circular, não há uma linha reta entre “bom e ruim”. Por que fazermos isso com nós mesmas?

Tentar encontrar no externo, no outro, algo que está tão dentro de nós, nosso amor próprio? Amor próprio nada tem a ver com orgulho ou com “se achar a tal” e sim com reconhecimento de que você é apenas você e é tão maravilhosa por isso. Você não é igual a ninguém, suas capacidades não são comparáveis, sua beleza não é questionável. Você é apenas você mesma, com suas habilidades e suas dificuldades, suas vontades e desejos e a aparência que só você tem. Isso é tão valioso e reconhecer isso é tão importante que assim fica perfeitamente fácil reconhecer que você é tudo o que você pode ser, tudo o que você quiser ser e isso é uma escolha somente sua.

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Não precisamos ficar presas aos padrões, não precisamos estar o tempo todo questionando e competindo com outras pessoas e dando vazão pra sentimentos de inveja e raiva, podemos olhar umas para as outras e nos admirarmos, nos orgulharmos de quem aquela mulher que está ao nosso lado é, tão maravilhosa, como nós mesmas nos consideramos. É apenas um espelho, quando olhamos para alguém vemos nela nós mesmas. Quando se descobre que o amor que está lá dentro de você é você, o amor está em você e em mais ninguém e em mais nada é muito libertador. Seja o amor. Seja e deixe transbordar.

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