Pedindo a licença poética e moral da palavra: hoje quero ser puta

QUEROSERPUTA

Não a sua puta. Não preciso sequer pensar que quero ser sua, quando sinto que quero ser puta.
Tô com essa vontade de me chamar assim porque tô pensando num pau desde cedo.. e não necessariamente é o seu e nem de ninguém. Tô pensando em sentir esse pau ficando duro ali sob meu olhar e meu toque com a ponta dos dedos, por cima da cueca. Depois de sentir ele duro roçando minha coxa, minha virilha, e ali quadril junto a quadril, me sentir encurralada contra a parede – depois de ter despertado esse pau e deixado ele com vontade de me foder com força.

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Eu quero ser a puta que vai ajoelhar e chupar esse pau inteiro, devagar, sugando de vez em quando. Até sentir que ali na minha frente existe um homem completamente vulnerável a qualquer movimento que eu fizer. Sentir aquele homem na minha mão.
Se eu continuar a sequência de movimentos com a boca que eu to fazendo, ele se goza todo. Se eu parar, ele se derrete pedindo pra continuar. Se tentar dar uma forçadinha me pegando pelo cabelo pra continuar, é inútil. Sabe por que? Eu controlo esse homem. Quero ser a puta que depois dessa cena toda, depois de deixar ele com água na boca, fica de quatro e pede pra meter forte.

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Quero que o desejo desse homem me faça gozar ou quase, porque se ele for do tipo que eu gosto vai adiar esse momento pra retribuir o desejo que causei nele, em mim. E se por acaso ele quiser gozar na minha cara, quero dizer que sim e deixar, por que ele antes de fazer isso vai bater com o pau na minha cara e me chamar de puta. Não dele, não de ninguém. Puta, senhora do meu tesão e do meu desejo.

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