O cheiro dela

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Chegamos na minha casa afoitas uma pela outra, mas entendendo que tínhamos finalmente todo o tempo que fosse necessário. Entre os beijos que demos no banheiro do bar, no táxi e no corredor, cabiam mil borboletas no estômago corroendo nossos corpos, alinhando nossos desejos. Mas finalmente tínhamos uma a outra e eu poderia explorar aquele corpo todo pra mim. Sentei no sofá e assisti ela em sua curiosidade passear pela minha sala tocando de leve os objetos e me interrogando sobre eles, enquanto tirava o sapato e deixava bem onde queria.

Eu queria ela assim, espalhada pelo meu território, presa entregue. Quando ela se inclinou sob a janela com a desculpa de querer conhecer a vista que eu olhava enquanto nos falávamos pelo telefone todo dia, eu levantei e abracei ela por trás. Respirei fundo sentindo o cheiro do cabelo e da nuca querendo guardar aquele momento: aquela pequena tava nos meus braços, tava ali só pra mim. Dentro do meu abraço eu senti ela se entregando, se arrepiando. Apertei ela contra a janela e meu clítoris contra aquela bunda linda, já empinada. Me afastei um pouco pra olhar o vestido levantado mostrando a calcinha que eu mesma tinha puxado pra dentro do rabo mais cedo. Ela me olhou rindo e se ajeitou na ponta do pé. Eu engatinhei de quatro e primeiro dei uma lambida só por cima da calcinha enfiada, só pra judiar e sentir ela se abrindo, se encharcando, me querendo. Eu também tô me encharcando enquanto isso. Subo e me encaixo de novo nela, roçando meu clítoris o tanto que posso, apertando ela pelas coxas, me segurando, sentindo aquela menina respirando forte e se derretendo na minha frente.

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