“Cinquenta Tons”: saiba mais sobre a prática BDSM

O filme "Cinquenta Tons de Liberdade" foi lançado e a gente veio aqui para quebrar os tabus sobre a prática BDSM

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Mais um filme da série “Cinquenta Tons” foi lançado, trazendo à tona temas polêmicos novamente: “Cinquenta Tons de Liberdade”. Só o nome já nos indicia a liberdade (no sexo e na vida) e presume um consenso de ambos os lados na prática BDSM.

O BDSM (acrônimo para expressão “bondage, disciplina, dominação, submissão, sadismo e masoquismo”) é capaz de desenvolver práticas úteis para o sexo e para a vida. Um sadomasoquista necessita de um masoquista (que é o que mostra no filme). A franquia na verdade dá só uma “pincelada” no fetiche, até porque a gente sabe que a prática BDSM vai muito além do que Chrsitian Grey apresenta. Mas já consideramos válido que mais pessoas tenham acesso e curiosidade sobre um dos fetiches mais famosos do mundo.

Consensual pra ter prazer

“Cinquenta Tons” nos mostra que essa prática traz benefícios e habilidades fundamentais para a vida. Por exemplo, você acaba aprendendo a se colocar no lugar do outro, começa a ter mais segurança sobre si, aprende a negociar e definir limites, além de você entender e compreender melhor as diferenças, respeitando sempre isso.

Porém, se um dos lados não estiver sob consenso, aí a prática já não é mais considerada prazerosa e pode se tornar um risco.

No primeiro filme da trilogia, nós vimos que Christian Grey sempre respeitou Anastasia em “Cinquenta Tons”, e não somente ela, todos à sua volta. Ele reconhece os limites e nunca os ultrapassa, sempre tem que haver um consenso de ambas as partes. Grey também define de forma clara os seus desejos, mesmo que seja novidade para sua namorada.

Relação e acordo

Porém, não é porque ele quer que ela obrigatoriamente faz, mesmo que ele fique bravo com isso, já que quer ser o “dominador” da relação. Falando em “dominador”, nessa prática é necessário que haja um “dominador” e um “submisso”, como mostra o contrato que Grey pede para Anastasia assinar. O BDSM é uma prática de risco, por isso a necessidade do acordo. Mas não é preciso disso, viu? O que importa é uma relação clara e bem definida, com limites sempre à mostra.

No segundo filme, Grey nos mostra mais claramente como é aceitar o outro e definir limites na relação (e não só nela). Fica convincente o quanto ele leva esses ensinamentos para fora da relação conjugal. E o terceiro filme então, assista (sem deixar spoilers aqui sobre “Cinquenta Tons de Liberdade”, hein?) e entenda como as práticas de BDSM podem funcionar e trazer valor à vida no dia a dia.

E você, já pensou em algum dia testar essas práticas?

https://www.youtube.com/watch?v=mo5-YxQ3Vbo

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