6 perfis de movimentos artísticos feministas e autoconhecimento para seguir no Instagram

Foto: Instagram @prazerela

Recentemente fiz umas indicações no meu perfil no Instagram e muita gente me pediu mais informações. Então, resolvi escrever esse post e mostrar um pouco mais desses perfis de movimentos femininos e de autoconhecimento que eu adoro.

Temos que colocar em ação o que desejamos para o nosso presente e futuro. É exatamente o que esses perfis promovem. Vale a pena dar uma olhadinha em todos! Vem apoiar essas causas com a gente:

1) @the.vulva.gallery

É um perfil sobre a quebra de tabu da vulva feminina. Eles celebram a diversidade e compartilham desenhos para apoiar essa causa.

2) @vulva.livre

Já esse perfil é para as mulheres se expressarem e romperem tabus da vida feminina, daí vem o nome “vulva livre”. Também falam sobre a sexualidade feminina.

3) @clitorinea

É um projeto de celebração do corpo e da sexualidade feminina. No perfil, eles enaltecem a força da mulher e até oferecem um curso sobre a anatomia e a fisiologia da mulher, promovendo um autoconhecimento do nosso corpo.

4) @benditacoletivo

É um coletivo de mulheres artistas. O perfil mostra a perspectiva do mundo feminino através da arte.

print dorzinha da @maygrisoares 🐚 disponível no site [link na bio]

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5) @prazerela

É um espaço para empoderar mulheres de seus prazeres. O lema é “menos tabu, mais amor, mais prazer”. Algumas fotos são abstratas e revelam o interior da mulher.

MEU ÚTERO ME DISSE… [parte I] Que ele tinha memórias ancestrais que eu precisava acessar. Disse que nele habitam potências e medos antagônicos. Potências criativas e criadoras. Potências revolucionárias que estiveram abafadas por muito tempo. Abafadas por medo. Medo de serem descobertas e usurpadas. Medo criado por uma sociedade machista e misógina para nos manter sob controle. Que faz a gente sentir medo ao sair na rua, medo dos olhares, medo dos ataques, medo dos abusos. Meu útero me disse que tenho medo porque tenho uma potência muito grande. Durante muito tempo estive me protegendo, criando armaduras e bazucas. Do lugar de oprimida, aprendi a ser opressora. A ser meio macho no trato com homens. De incomodada, aprendi a incomodar, concorrer, disputar com eles, esse foi o meu jeito de resistir. Com mulheres, amigas, irmãs, nutro relações de profundo respeito, humildade e colaboração. Com homens, sempre um duelo de falos, espadas e espinhos. Meu útero me disse… (Continua no próximo post) Arte da maravilhosa Elisa Riemer @elaysariemis

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6) @projetocadauma

O projeto tem como objetivo mostrar a naturalidade da beleza feminina, transmitindo a ideia de que cada mulher tem um corpo diferente e deve se orgulhar disso.

Curtiu as dicas? A gente tem que mesmo é quebrar todos esses tabus que enfrentamos todos os dias!

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